quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Fisioterapia Uberlândia

Fisioterapia em domicílio

Atendemos em Uberlândia desde 2003. Temos equipe qualificada em:
Fisioterapia Respiratória,
Fisioterapia Geriátrica,
Fisioterapia Neurológica,
Fisioterapia Ortopédica,
Fisioterapia Cardiológica,
Acupuntura,
Massoterapia e
RPG

Contato: 9667-8439 CTBC/ 9134-4007 TIM 
Fisioterapeuta Lúcio e equipe.
Ligue sem compromisso!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014


Artrose no joelho pode ser tratada com exercícios. 

                  Valorize o Fisioterapeuta!



http://www.drmarkdeeke.com.br/imagesp/10/userfiles/Image/Artrose/artrose_joelho.jpg

  O joelho é uma das partes do corpo que mais suporta carga e tem muitas articulações, por isso acaba sendo muito afetado pela artrose. A artrose é uma doença degenerativa das articulações. As causas podem ser fatores genéticos, sobrepeso, falta de exercício físico, exagero no uso da articulação, sobrecarga em esportes e desgaste das cartilagens. Joelhos com desvios do eixo - mal alinhamento, por exemplo - e traumas de repetição também podem resultar na doença.  A artrose, também conhecida como osteoartrite, tem caráter degenerativo e já faz parte da vida de 10 milhões de brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Estudo da Dor (SBED).
 
  A artrose na região causa dor no paciente e pode levar a uma perda considerável de qualidade de vida, chegando a ocasionar danos irreversíveis, como a deformação e enrijecimento de membros. Alguns dos principais sintomas da patologia podem ser facilmente percebidos em um rápido exame clínico, como uma articulação com dores, inchada, com falta de firmeza ou rangidos. Dificuldades ou reduções na capacidade de movimento também podem ser indícios da artrose. Quando a pessoa percebe sintomas da doença, deve procurar um especialista.
 
  A faixa etária mais afetada é a terceira idade, por conta do envelhecimento natural do corpo. Algumas ações que podem diminuir os sintomas da doença. Recomenda-se perda de peso, exercícios de fortalecimento e alongamento, dieta balanceada, diminuir a sobrecarga desnecessária e fazer uso de medicação disponível no mercado, sempre prescrito por um especialista.
  
SINTOMAS:
 
Dor no joelho após esforços e melhora com o repouso;
Sentir rigidez ao se levantar da cama de manhã ou após longos períodos de repouso: geralmente, a dor passa após 30 minutos ou quando começam as atividades normais do dia;
Presença de estalos ao movimento ou "crepitações";
Inchaço e calor, sentidos geralmente na fase inflamatória;
Sensação de aumento de tamanho do joelho, devido ao crescimento dos ossos ao redor;
Movimentos mais limitados, especialmente para esticar o joelho totalmente;
Dificuldade em apoiar a perna no chão;
Músculos da coxa mais fracos e atrofiados.
 
CAUSAS:
 
Desgaste natural das articulações, devido à idade;
Estar muito acima do peso;
Traumatismo direto, como cair de joelhos, por exemplo;
Doença inflamatória associada ao uso indevido da articulação.
 
  Tratando a artrose no joelho
 
A artrose é uma doença sem cura conhecida e no joelho não é diferente. Algumas iniciativas podem amenizar os sintomas de dor e limitação causados. Um tratamento pode ser eficaz em controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
 
Ao contrário do que se pensa, exercícios são fundamentais para manter uma boa articulação. Os melhores são os exercícios resistidos - aqueles realizados contra alguma forma de resistência à contração muscular - que fortalecem os músculos, e os de alongamento, que permitem um ângulo de movimentos adequado. O tratamento cirúrgico só é recomendado quando o tratamento medicamentoso associado aos exercícios falha e o paciente tem uma dor incapacitante.
 
Porém, há exercícios contraindicados. Se a região afetada for a rótula, os exercícios de flexão/extensão dos joelhos, como agachamento ou bicicleta, não devem ser feitos, principalmente se provocarem dor. Quando a doença está entre os ossos do fêmur e da tíbia, a corrida não é aconselhável. 
 
Alguns exercícios simples podem ser eficazes para amenizar as dores e melhorar a qualidade de vida.Ao se deitar e antes de levantar, o paciente pode esticar uma perna de cada vez, alongando a parte posterior da mesma, fazendo duas séries de 10x cada perna. Essa simples ação ajuda a lubrificar a articulação e alongar a musculatura.

Retirado do site: http://reumatologia.facafisioterapia.net/2014/01/artrose-no-joelho-pode-ser-tratada-com.html.
Boa leitura pessoal!

Fisioterapia domiciliar em Uberlândia/MG



Fisioterapia em domicílio

Atendemos em Uberlândia desde 2003. Temos equipe qualificada em:
Fisioterapia Respiratória,
Fisioterapia Geriátrica,
Fisioterapia Neurológica,
Fisioterapia Ortopédica,
Fisioterapia Cardiológica,
Acupuntura, Massoterapia, Shiatsu e
RPG

Contato: 9667-8439 CTBC/ 9134-4007 TIM 
Fisioterapeuta Lúcio e equipe.
Ligue sem compromisso!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Fisioterapia em domicílio, Uberlândia/MG

Fisioterapia em domicílio

Atendemos em Uberlândia desde 2003. Temos equipe qualificada em:
Fisioterapia Respiratória;
Fisioterapia Geriátrica;
Fisioterapia Neurológica;
Fisioterapia Ortopédica;
Fisioterapia Cardiológica;
Acupuntura;
Massoterapia e
RPG

Contato: 9667-8439 CTBC/ 9134-4007 TIM 
Fisioterapeuta Lúcio e equipe.
Ligue sem compromisso!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Resumo da marcha humana para provas e concursos.

Temos duas fases no ciclo da marcha:

- Fase de apoio corresponde à 60% do ciclo da marcha que é subdivida em:

1 - CONTATO INICIAL (0 - 2% CM) 
Objetivo nessa fase é o contato do calcanhar com o solo.
Músculos mais atuantes: quadríceps, isquiotibiais e pré-tibiais.  
Têm-se duplo apoio inicial. Para iniciar um ótimo rolamento do calcanhar, o tornozelo está neutro, o joelho estendido e o quadril fletido em 30º.
Membro Contralateral no final do APOIO TERMINAL.

2 -   APOIO TOTAL OU RESPOSTA À CARGA (0 - 10% CM) 

Objetivo desta fase é a transferência do peso corporal, absorção de choque, estabilidade para recepção do peso e preservação da progressão através do contato total da planta do pé com o solo.
Músculos mais atuantes: glúteo máximo e quadríceps.
Flexão restrita do joelho. A absorção do choque é promovida pelo quadríceps que limita o arco de flexão do joelho. Essa ação muscular também mantém a estabilidade de suporte de peso no joelho. Flexão plantar restrita do tornozelo. O rolamento do calcanhar continua para a progressão do corpo, embora também contribua para a absorção de choque. Estabilização do quadril, postura ereta do tronco é preservada. Joelho fletido 18º, flexão plantar 10º, quadril fletido 30º.
Membro Contralateral no PRÉ BALANÇO OU IMPULSO.

3 - APOIO MÉDIO (10 - 30% CM) 
Objetivo desta fase é a progressão sobre o pé estacionário.
Músculos mais atuantes: quadríceps e gastrocnêmios.
Dorsiflexão restrita do tornozelo, o movimento de rolamento do tornozelo permite a progressão anterior. Ação muscular do tríceps sural para restringir a velocidade do avanço tibial é o principal determinante de estabilidade do joelho. Tem extensão do joelho, o alinhamento progressivo do joelho aumenta a estabilidade de suporte de peso do membro. Estabilização do quadril no plano coronal(frontal). A ação muscular abdutora estabiliza a pelve em nível postural isso promove uma base apropriada para um alinhamento vertical do tronco.
Membro Contralateral no BALANÇO MÉDIO.

4 - APOIO TERMINAL (30 - 50% CM) 
Objetivo desta fase é a progressão do corpo além do pé de sustentação e desprendimento do calcâneo com o solo.
Músculos mais atuantes: sóleo e gastrocnêmios.
Elevação do calcanhar , o rolamento do antepé permite que o peso do corpo avance além da área de suporte. A estabilização dinâmica do tornozelo é um elemento essencial da elevação do calcanhar. Queda livre anterior do corpo, este é o principal componente de progressão, ele também cria instabilidade no equilíbrio sagital(mediano).
Membro Contralateral no BALANÇO TERMINAL.

5 - IMPULSO OU PRÉ-BALANÇO (50 - 60% CM) 
Objetivo desta fase é a posicionar o membro para balanço e desprendimento do antepé do solo.
Músculos mais atuantes: adutor longo e reto femoral.
Têm-se duplo apoio terminal. Flexão do joelho 40º, a maior parte da amplitude de flexão do joelho, utilizada no balanço inicial é a atingida durante esta fase final de apoio. A energia para a flexão do joelho, é a liberação do potencial energético através de reações indiretas, a partir de ações no quadril e tornozelo.
Membro Contralateral no APOIO TOTAL/RESPOSTA À CARGA.

- Fase de balanço corresponde à 40% do ciclo da marcha que é subdivida em:

1 - BALANÇO INICIAL (60 - 73% CM) 
Objetivo desta fase é a liberação do pé do solo e avanço do membro.
Músculos mais atuantes: íliaco, bíceps cabeça curta e pré-tibiais.
Flexão do joelho a liberação do pé da superfície depende mais da flexão adequada do joelho do que da posição do tornozelo, porque a postura posterior do membro posiciona espontaneamente o pé em uma postura com os dedos para baixo. Flexão do quadril, o rápido avanço da coxa contribui como uma importante força propulsora.
Membro Contralateral no APOIO MÉDIO.

2 - BALANÇO MÉDIO (70 - 85% CM) 
Objetivo desta fase é a avanço do membro.
Músculos mais atuantes: íliaco e pré-tibiais.
Tíbia na vertical com o solo , extensão de joelho e dorsiflexão do tornozelo, o controle ativo do tornozelo permite que o pé seja liberado do solo. Flexão do quadril , o avanço do membro continua ativamente.
Membro Contralateral no APOIO MÉDIO.

3 - BALANÇO TERMINAL (85 - 100% CM) 
Objetivo desta fase é a completar o avanço do membro e preparar para o apoio.
Músculos mais atuantes: isquiotibiais, quadríceps  e pré-tibiais.
Desaceleração do quadril, flexão adicional do quadril( isto é, avanço da coxa) é inibida. Desaceleração do joelho, a hiperextensão do joelho é evitada. A extensão do joelho gera uma posição de estabilidade passiva no joelho na preparação para a aceitação do peso do corpo. Dorsiflexão do tornozelo, uma posição neutra é mantida para colocar o pé na posição desejada para o contato com o solo.
Membro Contralateral no APOIO TERMINAL.



Edward Klumpp disse: "Conhecimento foi feito para ser partilhado e não guardado".

Por ser um resumo pessoal, não tenho a referência bibliográfica, pois retirei de vários artigos e livros. E montei de forma que me ajudou e ajuda até hoje. Quando preciso relembrar o assunto é ele que recorro. Bons estudos pessoal!


Linfedema

Sistema Linfático


As duas funções primárias do Sistema Linfático são proteger o corpo contra infecções e doenças por meio da resposta imune e facilitar a movimentação de líquidos, para a frente e para trás, entre a corrente sanguínea e o líquido intersticial, removendo o excesso de líquidos, os detritos presentes no sangue e as moléculas de proteína no processo de troca de fluidos.

Linfedema




O tratamento do câncer tem por finalidade a cura ou alívio dos sintomas da doença. Os tratamentos com medicamentos (quimioterapia, terapia alvo, hormonioterapia), cirúrgicos e radioterápicos podem provocar efeitos colaterais que variam de paciente para paciente dependendo de múltiplos fatores, podendo ser diferentes quanto a intensidade e duração. Alguns pacientes poderão apresentar efeitos colaterais mais severos, outros mais leves ou mesmo não apresentar qualquer efeito colateral. Em caso de você apresentar algum efeito colateral devido ao tratamento que está realizando procure imediatamente seu médico para receber as orientações necessárias para seu caso.


O linfedema é o acumulo de líquido no braço ou na perna devido ao bloqueio do sistema linfático. O sistema linfático conduz a linfa pelo corpo e ajuda no combate de infecções. Pacientes com câncer podem desenvolver linfedema em membros superiores ou inferiores.

Sintomas
Os pacientes com linfedema podem apresentar sintomas como:
  • Inchaço indolor que começa nas mãos ou pés e progride em direção ao tronco.
  • Sensação de braços ou pernas pesados.
  • Uso de anéis, relógios e roupas tornam-se difícil devido a que ficam muito apertados.
  • Pele lisa ou brilhante.
  • Marcas ou espessamento da pele quando pressionada.
  • Hiperqueratose.
  • Pele similar a casca da laranja.
  • Desenvolvimento de verrugas ou pequenas bolhas.
Causas
As causas mais comuns do linfedema são:
  • Cirurgia com remoção dos linfonodos.
  • Radioterapia na região dos linfonodos.
  • Câncer metastático.
  • Infecção bacteriana ou por fungos.
  • Danos no sistema linfático.
  • Outras doenças relacionadas com o sistema linfático.
O linfedema pode ser agudo ou crônico. O linfedema agudo desenvolve-se geralmente alguns dias ou semanas após a radioterapia ou cirurgia e dura menos de seis meses. Com o retorno da circulação normal da linfa, o inchaço tende a desaparecer. O linfedema crônico ocorre quando as alterações do sistema linfático já não satisfazem as necessidades do corpo em relação à drenagem da linfa, podendo ocorrer logo após a cirurgia ou radioterapia, ou meses ou anos após o tratamento do câncer. Não há cura para o linfedema crônico, no entanto, existem maneiras de controlá-lo.
Diagnóstico
O linfedema pode ser diagnosticado pela observação dos sintomas. No entanto, alguns exames podem ser necessários não só para confirmar o diagnóstico, como também planejar o tratamento:
  • O médico pode medir os seus braços e pernas para o acompanhamento do inchaço e pode calcular o volume do líquido acumulado.
  • O ultrassom ajuda na visualização do fluxo do sistema linfático.
  • A linfocintilografia é um procedimento confiável para confirmar o diagnóstico de linfedema.
  • A tomografia computadorizada mostra a localização e o padrão do sistema linfático, e se um tumor ou outra massa pode estar obstruindo o fluxo do sistema linfático.
É importante certificar-se que outras doenças não estão causando o inchaço, para isso são solicitados outros exames para descartar a hipótese de doença cardíaca, coágulos sanguíneos, infecção, insuficiência hepática ou renal, ou uma reação alérgica.
Classificação
  • Grau I - Linfedema reversível com elevação do membro e repouso no leito durante 24-48 horas, edema depressível à pressão.
  • Grau II - Linfedema irreversível com repouso prolongado, fibrose no tecido subcutâneo de moderada a grave e edema não depressível à pressão.
  • Grau III – Linfedema irreversível com fibrose acentuada no tecido subcutâneo e aspecto elefantiásico do membro.
Tratamento
Os tratamentos para o linfedema visam à redução do inchaço, a prevenção da infecção e a melhora da aparência e do uso do braço ou perna. Incluem:
Elevação – Manter o membro afetado elevado pode ajudar a reduzir o inchaço e incentivar a drenagem do sistema linfático. No entanto, muitas vezes não é prático manter uma posição elevada por longos períodos.
Massagem – A drenagem linfática manual pode ajudar a reduzir o inchaço, e seus resultados são melhores quanto mais cedo iniciar a massagem.
Exercício - Pode melhorar o fluxo do sistema linfático, fortalecer os músculos e melhorar a capacidade do corpo de absorver proteína. O exercício deve ser feito usando uma luva de compressão ou bandagem.
Compressão – A compressão aplica pressão sobre a parte afetada, incentivando a drenagem do sistema linfático, é útil na prevenção do inchaço.
Higiene – A prevenção de uma infecção na região do linfedema impede a evolução para algo mais grave. Lavar a área com sabão e usar loções sem álcool pode garantir a prevenção de uma infecção. Antibióticos ou medicamentos antifúngicos também podem ajudar a prevenir infecções.
Tratamento a laser de baixa intensidade – O tratamento a laser pode proporcionar alívio do linfedema pós-mastectomia, especialmente nos braços.
Não são recomendados tratamentos que incluem:
  • Diuréticos.
  • Cirurgia reparadora do sistema linfático.

O Tratamento fisioterapêutico consiste em: 
Elevação do membro, drenagem linfática manual, manipulação do edema e compressão.